“Égua mano, Belém é uma cidade muito firme!” – Por Cristiane Lopes*
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Nosso país possui características marcantes em cada estado, e no Pará não é diferente. Ou melhor, é diferente sim, pois essa terra aglutina predicados que faz dela o famoso “País chamado Pará”. Nesse “país chamado Pará”, temos a sua capital, Belém. Uma cidade rica culturalmente. Cultura essa que é exaltada orgulhosamente pelo seu povo. E essa cidade amada pelo seu povo completa hoje, 12/01, 400 anos.
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Ah, Belém! Belém e suas peculiaridades marcantes…
Belém, a cidade que na segunda metade do século XIX era conhecida como a “Capital da Borracha”;
A cidade que no século XX foi intitulada de Paris n’América;

A cidade que foi pioneira em muitos aspectos, sendo a primeira no Brasil a receber energia elétrica;
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A cidade que tem o melhor Chá das 5: o tacacá da Dona Maria;
A cidade que possui uma sorveteria intimamente paraense: a Cairu;
A cidade que tem o melhor Guaraná da Amazônia na Praça Brasil;
A cidade que vende o melhor peixe frito com açaí e farinha no mercado do Ver-o-peso;
A cidade das erveiras, que vendem as essências tipicamente paraenses no Ver-o–peso;
A cidade que dança e, literalmente, “Treme” ao som dos seus próprios ritmos musicais: o Carimbó, Lundu, Siriá, Brega, Brega pop do Calypso, do Tecnobrega/Melody/Eletromelody/Cyberbrega e da Guitarrada;
A cidade que possui um palavreado próprio com expressões típicas e um sotaque que mistura os idiomas Português e Paraense;
A cidade que valoriza os times locais e futebolisticamente está entre as maiores rivalidades do mundo por causa dos times Paysandu e Remo;
A cidade que faz do Natal Paraense a época do Círio de Nazaré;
A cidade que recebe a chuva em horários característicos. O povo paraense sempre repete: “Olha a chuva aí. É o horário dela.”




A cidade do portal, mangal, dos barcos, da estação… A cidade dos paraenses, como toda cidade brasileira, também sofre com mazelas crônicas. Entretanto, isso não minimiza a riqueza que Belém oferta. A cidade que contempla a natureza e o progresso, o cultural regional e nacional.
A cidade de um povo que sofre com as políticas públicas faltosas, mas esse mesmo povo não cansa de exaltar o amor pela cidade deles, pela cultura deles.
Um povo que não sente vergonha dos mitos que permeiam o estado, como: a cidade dos índios, só existe oca por lá, criam jacarés de estimação e sobrevivem apenas alimentando-se de tacacá e açaí.
Dizem que “chegou ao Pará, parou. Tomou açaí, ficou”. É bem assim mesmo, porque “égua, mano, pense numa cidade firme essa Belém city”!
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*Cristiane Lopes é acadêmica do 8º período do curso de Pedagogia – CESB/UEMA, estagiária na Supervisão Pedagógica no SENAC-BAC, redatora oficial do Colégio Reis Magos, colunista do site Castro Digital e dos blogs Atitude Motivacional e PIBID Foco e Ação-UFMA.
“Educadora enquanto profissão, Psicóloga de coração e Escritora por amor.”

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