Google usa fitas com backup para recuperar mensagens do Gmail

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O Google conseguiu reduziu a porcentagem de usuários atingidos pelo bug que afetou o serviço de e-mail da empresa, o Gmail, na segunda-feira (28). A falha atingiu 0,02% dos usuários – cerca de 40 mil pessoas apenas. Os usuários atingidos tiveram suas contas e mensagens bloqueadas desde o início da manhã de segunda.

A previsão inicial da empresa era de que 0,29%, ou cerca de 600 mil usuários, tivessem sido atingidos. Em seguida, o número foi reduzido para 0,08%, ou 150 mil usuários. O Gmail possui, aproximadamente, 200 milhões de contas cadastradas.

O Google explicou como a pane aconteceu: “Sei que alguns de vocês estão pensando: como isso pode acontecer se temos várias cópias de seus dados em diversos data centers? Em alguns casos raros, erros de software podem afetar várias cópias dos dados. Foi o que aconteceu aqui. Algumas cópias de e-mail foram suprimidas, e nós temos trabalhado duro para recuperá-las”.

Porém, o mais interessante vem na sequência, quando o Google afirma que mantém um backup das contas em fitas. “Para proteger as informações a partir desses erros incomuns, também temos o backup em fita. Uma vez que as fitas estão offline, elas estão protegidas contra erros de software como esse. Porém, a restauração desses dados leva mais tempo”, completou.

Se por um lado, a decisão de manter um backup em fitas mostrou-se imprescindível para a segurança dos dados, por outro ela expôs uma vulnerabilidade no modelo de computação em nuvem. Se ele é tão seguro quanto afirmam as empresas, por que seria necessário manter backups offline? E qual foi o último ponto de sincronia entre os data centers e as fitas?

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Sobre o autor | Website

Blogueiro há 11 anos da área de Educação e Concursos, já publiquei mais de 5 mil notícias neste site; Jornalista Técnico (Registro Nº 1102-MA - Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Maranhão - SRTE-MA).

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