Logomarca dos Jogos Olímpicos no Brasil – Rio 2016

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No dia 31 de dezembro de 2010, a cerca de duas horas para virada, o Rio de Janeiro revelou, na praia de Copacabana, a logomarca dos Jogos Olímpicos no Brasil – Rio 2016. Confira:

IMAGEM - Logomarca dos Jogos Olímpicos no Brasil - Rio 2016

Segundo Jacques Rogge, presidente do Comitê Olímpico Internacional: “A marca é muito estética , inovadora e criativa. É possivel ver várias coisas nela: rio, montanha, sol, Copacabana. O que mais me impressiona é que é um desenho leve, que parece flutuar na água.”

A cantora Daniela Mercury interrompeu seu show de Ano Novo para fazer o lançançamento da logomarca. Ela chamou ao palco dois atletas do salto em distância: a campeã olímpica Maurren Maggi e o jovem Caio Cezar Fernandes. Em seguida, três vídeos foram mostrados nos quatro telões instalados na praia: um sobre o dia em que o Rio foi escolhido como sede dos jogos; outro sobre Caio Cezar; e finalmente o que revelou a logomarca. Três bandeirões de 1.200 metros quadrados cada foram abertos sobre a multidão que estava na areia, mostrando a logo para o mundo inteiro.

IMAGEM - Bandeira dos Jogos Olímpicos no Brasil - Rio 2016

“A logomarca traduz com inspiração o espírito olímpico e seus atletas, o Rio e os cariocas, sua natureza, sentimentos e aspirações. Sabe que são as pessoas que tornam o Rio de Janeiro uma cidade única e fazem dos Jogos Olímpicos um acontecimento realmente grandioso. Por isso, é uma marca essencialmente humana” – explicou, em nota oficial, o Comitê Organizador.

O processo de escolha durou nove meses, e 139 agências de publicidade se inscreveram – todas brasileiras. Uma comissão julgadora de 12 pessoas selecionou oito agências finalistas: quatro do Rio, duas de São Paulo e duas de Curitiba. A vencedora foi a carioca Tátil, com 20 anos de experiência no mercado e uma equipe de 105 funcionários.

A imagem da logomarca passou os últimos dias guardada em uma sala a portas fechadas. O acesso ao local era permitido a apenas 11 pessoas, que precisaram passar pela leitura da impressão digital. Quem podia entrar tinha de assinar um contrato de confidencialidade, e dentro da sala não era permitido o uso de internet ou aparelhos que registrem imagens. Tudo para guardar o segredo até o último momento.
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Referência: com informações do Portal G1.

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Sobre o autor | Website

Blogueiro há 11 anos da área de Educação e Concursos, Jornalista Técnico (Registro Nº 1102-MA - Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Maranhão - SRTE-MA).

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