História de vida de pessoas albinas

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Este artigo é um índice das histórias de vida de pessoas com albinismo publicadas no Blog do Albino Incoerente. O blog é mantido pelo meu amigo Roberto Bíscaro de Penápolis – SP. Assim como eu, ele também é albino e professor. Ele criou o blog para divulgar a causa albina.

Dentre vários conteúdos sobre albinismo, tem as histórias de vida de pessoas albinas como eu que são publicadas no blog. O objetivo é mostrar para o mundo como é a vida de uma pessoa com albinismo. Se voce é albino ou albina publique também a sua história de vida ou incentive um amigo(a) que tenha albinismo a publicar. VEJA COMO PUBLICAR SUA HISTÓRIA.

Aqui você ver um pequeno trecho de cada história e o link para o texto completo. Os resumos estão ordenados da história mais recente para a mais antiga com relação à data de publicação.

HISTÓRIA DA FABIANA FERREIRA – São Paulo – SP – Publicada em 16/jun/10

“Como todos os albinos, sofri muito preconceito na infância. Na verdade, sofria vários tipos de preconceito: pela cor da pela, por ter uma irmã negra ou por ser filha de mãe negra! Tinha os que achavam que eu era adotada, outros achavam que minha irmã era minha babá. Assim, vocês podem imaginar; realmente, as pessoas são muito criativas, pena que nem sempre utilizam essa criatividade para o bem.”

LEIA A HISTÓRIA DA FABIANA COMPLETA

HISTÓRIA DA EDIVANE SOUZA SANTOS – Jequié – BA – Publicada em 02/jun/10

“Sempre houve muito preconceito com relação a minha cor. Sempre tive muitos apelidos como: Sol, vela, macarrão e outros. Mas, nunca me importei muito com isso… Que culpa tenho eu se as pessoas são desinfornadas e preconceituosas? O único fato de não me sentir diminuída perante os outros é que sempre tive uma família que sempre cuidou de mim.”

LEIA A HISTÓRIA DA EDIVANE COMPLETA

HISTÓRIA DA THAMYRES RODRIGUES – Litoral de SP – Publicada em 27/mar/10

“Já trabalhei em vários lugares: em mercados, banca de jornal, e, claro, no Mcdonalds! Assim como na escola, enfrentei muitas dificuldades, mas, graças a Deus, sempre encontrei pessoas maravilhosas que me ajudavam e entendiam o fato da minha visão ser muito baixa.”

LEIA A HISTÓRIA DA THAMYRES COMPLETA

HISTÓRIA DA ANNA PRISCILA – CE – Publicada em 25/mar/10

“Sofri muito quando era pequena. Ouvia muitas piadas, não podia sair no sol, não enxergava direito, (menos que hoje!). Enfim, tinha vergonha… Às vezes, não queria ser assim. Precisava de ajuda na escola pra copiar a atividade do quadro, pra sair na rua, e por isso, me tornei tímida. Hoje faço faculdade de letras e sou funcionária pública.”

LEIA A HISTÓRIA DA ANNA COMPLETA

HISTÓRIA DO FLÁVIO ANDRÉ – Osasco – SP – Publicada em 19/fev/10

“Elas me colocavam toda uma infinidade de apelidos. A imaginação delas não tinha limites e isso me deixava muito fulo! O pior deles era ALEMÃO DA ÁGUA DOCE, pois vinha acompanhado de uma musiquinha que ouvia quase todo o recreio: ‘Alemão da água doce / Deu um peido e ficou doce!’.”

LEIA A HISTÓRIA DO FLÁVIO COMPLETA

HISTÓRIA DA EMÍLIA VITÓRIA – Publicada em 31/jan/10

“Ser albina não me impediu de estudar, de fazer amizades, de conhecer pessoas, de namorar, de trabalhar, de viajar, de viver!! Muito pelo contrário, me fez um ser mais forte, mais aguerrida, mais audaz e, certamente, uma mulher mais madura…”

LEIA A HISTÓRIA DA EMÍLIA COMPLETA

HISTÓRIA DA SOLANGE DE SOUZA – Campina Grande – PB – Publicada em 28/jan/10

“Gosto de ser albina e de chamar atenção. Acho estranho quando chego em um lugar público e os olhares não se voltam para mim… Me acho ‘normalzinha’, é um saco!
AMO MEUS CABELOS LOIROS, nem penso em mudá-los.”

LEIA A HISTÓRIA DA SOLANGE COMPLETA

HISTÓRIA DA MIRIAN DIAS – Maricá – RJ – Publicada em 25/jan/10

“Não lembro muito, mas quando tento lembrar da minha infância, me vem um sentimento de medo… Tinha medo que me olhassem… Não gostava de ser percebida. Engraçado como tudo mudou. Hoje adoro aparecer. Detesto quando não me notam. Até pouco tempo atrás, tinha receio de ir a algum lugar onde houvesse crianças que nunca tinham me visto antes. Sabia que passaria por constrangimento…”

LEIA A HISTÓRIA DA MIRIAN COMPLETA

HISTÓRIA DO JAILTON SANTANA – Santa Luzia – SE – Publicada em 25/nov/09

“O meu conhecimento a respeito do albinismo, ou seja, a minha consciência do que era ser albino se deu mais ou menos por volta dos 14 ou 15 anos. Foi difícil, posto que, além das limitações impostas pela natureza ao indivíduo albino, temos que enfrentar o pior de todos os problemas: o preconceito.”

LEIA A HISTÓRIA DO JAILTON COMPLETA

HISTÓRIA DO MIGUEL NAUFEL – Mococa – SP – Publicada em 12/ago/09

“Na minha infância, comecei a perceber que era diferente das outras crianças porque usava óculos de lentes grossas, cor verde escura, tinha cabelos brancos, pele clarinha, cor de rosas. Os apelidos eram muitos: cotonete, vovô, branca de neve, Papai Noel, ceguinho e muito mais.”

LEIA A HISTÓRIA DO MIGUEL COMPLETA

HISTÓRIA DO ANDRÉ AGUIAR – Curitiba – PR – Publicada em 06/ago/09

“Acho que tenho consciência de que sou albino desde muito cedo. Quando morei em uma cidade do interior do Paraná, por mais ou menos dois ou três anos, apelidos e discriminação fazem com que você perceba e comece e se questionar o porquê do ser diferente.”

LEIA A HISTÓRIA DO ANDRÉ COMPLETA

HISTÓRIA DO CASTRO – Bacabal – MA – Publicada em 25/mar/09
A primeira história publicada foi a minha e até me rendeu uma entrevista sobre albinismo para uma rádio da Europa. OUÇA A ENTREVISTA.

“Terminei o ensino médio em 2001 e fiz logo vestibular, sendo aprovado em 7º colocação. Sou formado em Pedagogia pela Universidade Estadual do Maranhão. Entrei na faculdade em 2002 e conclui em 2006. Hoje trabalho como professor e web designer.”

LEIA A MINHA HISTÓRIA COMPLETA

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Sobre o autor | Website

Blogueiro há 11 anos da área de Educação e Concursos, Jornalista Técnico (Registro Nº 1102-MA - Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Maranhão - SRTE-MA).

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2 Comentários

  1. * Angel! * disse:

    Amei ver minha história ai, valeu!!!

  2. Anônimo disse:

    Acho que os albinos tem é que se amarem mesmo, não devem ter vergonha não pode até ser clichê ms o que vale é o que as pessoas são por dentro. Ei Castro publica mais histórias de pessoas daqui.
    um abraço e parabens pelo artigo