Piratas no litoral do Maranhão

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As polícias Militar, Civil, Federal e a Marinha do Brasil se uniram pra tentar esclarecer um mistério em Tutoia, no litoral maranhense. Um veleiro de bandeira suíça encalhou na praia e os tripulantes pediram ajuda a um pescador. Eles teriam dito ao pescador que poderia pegar o que havia sobrado no interior do veleiro. Os quatro homens pegaram um táxi e seguiram até Parnaíba, no Piauí, a 120 km de Tutoia. Lá foram ao Banco do Brasil com uma grande quantidade de euros. O gerente do banco desconfiou e chamou a polícia que prendeu os quatro homens, que não se sabe, ainda, se são da Romênia, Haiti ou de Gana.

Veleiro

Os documentos começaram a aparecer perto do local onde está o veleiro encalhado. Entre eles, o passaporte de Stephanie Nelly Joho Monnaret, a dona do veleiro. O passaporte foi emitido nos Estados Unidos.

Também apareceu um e-mail com o nome de cinco pessoas. Seriam de dois adultos e três crianças. A polícia desconfia que se trata de uma família: os pais e os três filhos. O e-mail teria sido encaminhado por algum amigo da família desejando a eles boas festas durante o final de ano. De fato, no barco havia roupas de crianças, chupeta e mamadeiras.

A cada instante aparecem mais documentos. No fim da noite de ontem (1º), um morador entregou a um policial um livro de família, uma espécie de árvore genealógica, com registro de nascimento e casamento.

HIPÓTESES

A principal hipótese é de que estes homens sejam piratas, tenham sequestrado e matado toda a família e atirado os corpos ao mar. E não é só: na cidade, estão detidos dois homens que têm passaporte de Cabo Verde. Eles foram detidos quando tentavam trocar euro no banco da cidade. Dentro do veleiro havia também notas da moeda de Cabo Verde. Eles podem ter algum envolvimento, segundo a Polícia Federal.

INVESTIGAÇÕES

Nesta terça-feira (2), a Polícia Militar realiza buscas nos povoados perto de onde o veleiro encalhou. Os policiais vão tentar encontrar o GPS, o navegador e o mais importante: o notebook, onde podem estar registrados todos os passos que a família deu, desde que começou a viagem.

Fonte: Portal IMirante / Foto por Gleidson Ramos Oliveira.

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Sobre o autor | Website

Blogueiro há 11 anos da área de Educação e Concursos, já publiquei mais de 5 mil notícias neste site; Jornalista Técnico (Registro Nº 1102-MA - Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Maranhão - SRTE-MA).

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1 Comentário

  1. Madá disse:

    A polícia tem q investigar isso a fundo, pedir ajuda a interpol, sei lá. a punição tem de ser exemplar p esse pessoal ver q o Brasil nao é quintal do mundo, muito menos o nordeste é a casa da mãe joana. lugar de bandido é na cadeia (ou no cemiterio, pra não onerar o trabalhador-contribuinte!) nao importa a nacionalidade. Imagine a agonia dessa família… crianças q morreram de graça… o sofrimento dos pais ao saber o que iria acontecer… que tipo de tratamento esses caras merecem?