Pseudo-forró, a praga no carnaval do Maranhão

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O carnaval maranhense sempre foi baianizado no interior. Prefeitos com pouca cultura musical ou influenciados pelo requebra fácil da popularidade das bandas baianas enchiam as praças de trios-elétricos e botavam o povo pra dançar. Literalmente.

Agora, além do insuportável axé, o carnaval no interior virou palco do que locutores desinformados ou mau formados chamam de forró cearense.

São coisas do tipo “Aviões do Forró”, “Helicópteros do Forró”, e o “Cacete-a-quatro do forró”, que estão na agenda da maioria das festas patrocinadas pelas prefeituras.

Música de péssima qualidade, apologistas do alcoolismo, dqa ridicularização da mulher e da vida baixo-nível dos inferninhos de prostituição, estas bandas fazem a cabeça apenas do povo aculturado.

Geralmente pitboys repletos de músculos e sem nenhum cérebro e garotas-bunda, com pouca roupa e nenhuma vergonha de passar ridículo, este “público” segue de cidade em cidade atrás destas porcarias – e deixa um rastro de confusões, agressões e quebradeiras.

Infelizmente, a atração por estas bandas só reflete o baixo nível cultural do jovem maranhense, em todas as classes sociais. Explorados até o osso pelos promotores destes eventos…
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Referência: Blog do Marco Aurélio D’Eça.

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Sobre o autor | Website

Sou blogueiro há mais de 17 anos na área de Educação e Concursos, com mais de 6.300 notícias publicadas. Tenho formação como Jornalista Técnico (Registro Nº 1102-MA - Ministério do Trabalho), sou Mestre em Ciência da Computação pela UFMA e atualmente Doutorando em Biotecnologia pela UFDPar. Em tempos de desinformação e fake news, o Castro Digital reafirma diariamente seu compromisso com um jornalismo sério, responsável e confiável. Aqui, você encontra informações seguras e de qualidade. Currículo Lattes.

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